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As comunidades virtuais de prática são cada vez mais
aceites e entendidas como um instrumento na gestão de conhecimento.
Diluindo as barreiras geográficas e sociais, as comunidades
virtuais de prática reúnem pessoas comungando um interesse
comum. São comunidades que exploram as características
da Internet e que oferecem benefícios muito concretos para
as organizações que as adoptam e suportam. Entre esses
benefícios encontram-se a redução de tempo,
redução de custos, conquista e manutenção
de clientes, e o aumento de criatividade.
Estas comunidades são um poderoso instrumento mas necessitam
de uma cultura favorável à partilha de conhecimento.
No entanto, elas podem ser também entendidas como um veículo
para a conquista desse tipo de cultura. Isso pode ser conseguido
através de incentivos que estimulem a troca de informação
e conhecimento.
Para que uma comunidade virtual de prática possa surgir,
consideram os autores os seguintes requisitos:
- a participação dos seus membros;
- benefícios claros para os seus membros; e,
- interesse do conteúdo.
| Leituras |
Leia uma entrevista a Etienne
Wenger, o pai das comunidades de prática.
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Para além destes, é ainda importante que haja
um clima de confiança entre todos para que se possa
dar e solicitar informação.
Este texto oferece exemplos de casos reais onde a utilização
de comunidades virtuais de prática ofereceram benefícios.
Para além disso os autores descrevem com algum detalhe
uma comunidade virtual de prática por eles criada e
sugerem passos para a criação de uma dessas
comunidades.
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