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Evoluindo da intranet para o portal corporativo: as trilhas para a gestão do conhecimento
Rodrigo Baroni de Carvalho, Marta Araújo Tavares Ferreira, Chun Wei Choo
Este artigo sugere um modelo para ajudar as organizações a avaliar as suas intranets e a identificar as áreas a melhorar na sua evolução para portais corporativos.
Gestão da informação nas escolas: uma proposta de referencial para Portugal
Luís Fernando Maurício
Este texto propõe um modelo para facilitar o fluxo e a gestão da informação nas e entre as escolas portuguesas.
The innovation sandbox
C.K. Prahalad
Este texto reflecte sobre o papel que os condicionalismos desempenham na inovação.
What's your story?
Herminia Ibarra e Kent Lineback
Texto sobre o uso de narrativas em períodos de mudança.
Virtuoso teams
Bill Fischer e Andy Boynton
Texto sobre equipas virtuosas: as
características dos seus membros, como trabalham, e
o estilo de liderança que requerem.
Building knowledge: creating
value networks
Bettina Büchel e Steffen Raub
Büchel e Raub falam de redes
de valor, estabelecendo a diferença entre estas e as
tão faladas comunidades de prática.
Etienne Wenger on communities
of practice: engagement, identity & innovation
Seth Kahan
O autor entrevista Etienne Wenger
sobre a importância das comunidades de prática
no contexto das associações.
Gestão social eficiente:
algumas questões-chave
Bernardo Kliksberg
Kliksberg, director da Iniciativa
Interamericana de Capital Social, Ética e Desenvolvimento
do Banco Interamericano de Desenvolvimento, traz a este texto
parte da sua experiência e da perspectiva que a sua
função lhe oferece. O artigo explora o capital
social e o seu impacto na economia das nações.
Self-directedness in the workplace:
a re-examination
H.K.Baskett, D.Phil., Jan Dixon, M.Chuchmuch
Há uma grande variedade de
interpretações do conceito de SDL (self directedness
learning), que se torna ainda mais ambíguo quando
analisado no contexto do trabalho. A sua importância
tem ganho relevo, por motivos diferentes, consoante os autores.
Estes autores consideram que a integração dos
diferentes modelos não tem sido tentada e torna-se
difícil, dadas as diferentes perspectivas, sendo necessária
uma metodologia alternativa, que analise o conceito no contexto
do local de trabalho.
What business needs from business schools
J. Doria, H. Rozanski, E. Cohen, strategy+business, Fall 2003
http://www.strategy-business.com/press/article/03305?pg=all
Este artigo explora a diferença
que existe entre o que as instituições de ensino
ensinam e as habilitações que as organizações
desejam encontrar nas pessoas que recrutam.
É um tema antigo mas que é aqui apresentado
com um ênfase especial nas escolas de gestão.
Segundo os autores, as escolas continuam a treinar generalistas
que tendem a limitar-se às fórmulas académicas
e que não têm consciência da importância
de se ser um bom comunicador.
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| Destaques |
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How
to invest in social capital
Laurence Prusak e Don Cohen, Harvard Business Review, v79,
n6, p86-93, 2001.
O capital social, descrito como as
relações que permitem às organizações
funcionar eficazmente, é o tema deste artigo. Os inimigos
do capital social e os aspectos que o potenciam são
alguns dos aspectos aqui reflectidos.
Fundamentos
da Metodologia de Reunião em Espaço Aberto
Artur Ferreira da Silva, cadernos INA nº2, Oeiras (Portugal),
Dezembro 2001.
Este trabalho refere-se, como o próprio
título indica, à metodologia de reunião
espaço aberto, uma forma de conduzir (ou não
conduzir) reuniões, deixando que os participantes escrevam
a agenda à medida que a reunião vai evoluindo.
Uma abordagem democrática onde a hierarquia é
esquecida e onde a liberdade de expressão e acção
é levada ao seu expoente máximo.
Sociedade
da informação ou sociedade do conhecimento?
Aristides Sousa Mendes, Revista Portuguesa de Gestão,
v16, n4, p16-25, Out-Dez 2001.
"Onde estamos afinal: na Sociedade
da Informação ou na Sociedade do Conhecimento?
(...) Quais serão as reais diferenças entre
informação e conhecimento? Que consequências
terão tais diferenças para a nossa sociedade
e para a gestão das nossas organizações?"
When
your culture needs a makeover
Carol Lavin Bernick, Harvard Business Review, v79, n6, p53-61,
Junho 2001.
"Esta é uma história
sobre uma significativa mudança cultural." É
a história de como a Alberto-Culver alterou a sua cultura
para deixar de ver tantas pessoas trocar a empresa por outras
levando consigo todo o seu conhecimento. Uma história
contada na primeira pessoa por Carol Lavin Bernick, actual
presidente da Alberto-Culver North America .
Introducing
T-shaped managers: knowledge management's next generation
Morten T Hansen e Bolko von Oetinger, Harvard Business Review,
p107-116, Março 2001.
A gestão de conhecimento parece
ter vindo para ficar e, enquanto muitas organizações
adoptam iniciativas centralizadas que envolvem a re-estruturação
organizacional, os gestores-T, aqui apresentados apenas requerem
uma cuidada gestão individual do tempo dos seus protagonistas.
Os gestores-T são aqueles que partilham conhecimento
entre unidades de trabalho, enquanto se preocupam com os resultados
da sua unidade.
"You
can't create a leader in a classroom"
Jennifer Reingold, Fast Company, n35 p286, Nov 2000.
Nem todos de podem gabar de ter a
fama que Henry Mintzberg tem. Este artigo é mais um
hino ao seu trabalho e às suas ideias, dando-nos, ao
mesmo tempo, um resumo do seu percurso e um cheirinho da sua
aposta: mudar o sistema de ensino para líderes.
Knowledge
management's social dimension: lessons from Nucor Steel
Anil K Gupta e Vijay Govindarajan, Sloan Management Review,
p71-80, Fall 2000.
Numa altura em que as instituições
já acreditam que o capital intelectual é a sua
maior riqueza, mas em que ainda muitas pensam que é
na tecnologia que vão encontrar a resposta para as
suas necessidades, este texto vem desenganá-las e apontar-lhes
o caminho.
Communities
of practice in knowledge management
Yasmin Merali, Intelligence in Industry n3, p9-13, Mar/Abr
2000.
Comunidades de prática como
suporte a iniciativas de gestão de conhecimento. O
que são, os seus benefícios, as suas características.
An
organizational learning framework: from intuition to institution
Mary M Crossan, Henry W Lane, Roderick E White, Academy of
Management Review, v24, n3, p522-537, 1999.
Este artigo pretende oferecer uma
framework para o processo de aprendizagem organizacional.
Tem como objectivo a renovação estratégica
das organizações, aceita diferentes níveis,
identifica vários processos, e aponta produtos distintos.
Three
cultures of management: the key to organizational learning
Edgar Schein, Sloan Management Review, Fall 1996.
Este interessante artigo de Edgar
H. Schein, debruça-se sobre a aprendizagem organizacional
e levanta, de forma pertinente, a questão: será
só um problema de aprendizagem a nível da organização,
ou passará também, e primeiro, por uma aprendizagem
a nível de comunidades. As comunidades a que ele se
refere e que estão no centro de todo este texto, são
as comunidades que se avistam quando olhamos uma empresa do
ponto de vista das suas culturas operacionais, executivas
e de engenharia.
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KM and change management
Simon Lelic, Knowledge Management (arkgroup), v6 n8 p10-11, May
2003
Um curto artigo onde Simon Lelic fala com
cinco representantes de outras tantas organizações
sobre a relação da gestão de conhecimento e
a gestão de mudança. O grupo é unânime
quanto à importância de gerir a mudança associada
à estratégia de gestão de conhecimento. "Um
programa de gestão de mudança bem pensado pode (...)
constituir a diferença entre o fracasso ou o sucesso da GC".
Fons
Trompenaars
Simon Lelic, Knowledge Management (arkgroup), v6 n8 p8-9, May 2003
Lelic à conversa com Fons Trompenaars
sobre os dilemas da gestão de conhecimento e sobre o conceito
de "knowledge leadership".
KM
and the social network
Patti Anklam, Knowledge Management (arkgroup), v6 n8 p24-28, May
2003
Anklam relata a sua experiência de
utilização da análise de redes socias como
suporte a iniciativas de gestão de conhecimento.
Perfil do líder brasileiro
H M Greenberg, J G Recchia, A C A Santos, Intermanagers, Abril 2003
http://www.intermanagers.com.br/
Este artigo apresenta os resultados de
um estudo realizado pela Caliper Brasil em parceria com a Intermanagers.
O estudo pretendia identificar as características dos executivos
brasileiros e comparar o seu perfil com o típico perfil de
um líder. O perfil normal de um líder foi desenhado
pela Caliper, uma empresa americana de consultoria em recursos humanos,
com base em estudos realizados nesse país.
O estudo no Brasil baseou-se na resposta de 223 CEO's e directores
e considerou aspectos de liderança, relacionamentos, resolução
de problemas e tomada de decisão, e organização
pessoal e administração do tempo.
O artigo apresenta o gráfico dos resultados encontrados,
bem como outro que compara as características dos gestores
com as dos verdadeiros líderes. A conclusão é
que os executivos brasileiros se assemelham aos líderes americanos.
É um estudo interessante que dá alguma luz sobre o
que faz um bom líder, numa altura em que ser um bom gestor
não é suficiente para cativar e maximizar o capital
intelectual e social das organizações.
Who knows what when and how?
Jeremy Epstein, Darwin, Abril 2003
http://www.darwinmag.com/read/040103/intelligence.html
Este texto fala da importância da
business intelligence para o sucesso das organizações.
Estas necessitam de antecipar o mercado e reagir rápida e
eficazmente às suas alterações. Tal só
é possível se a organização estiver
equipada com informação necessária e relevante
e se a ela tiver acesso na altura certa e através do canal
mais adequado.
Apresentando superficialmente dois exemplos da indústria
farmacêutica, o autor suporta estes factos. Uma das empresas,
por exemplo, decidiu oferecer aos seus 200 gestores acesso em tempo
real a mais de 250 indicadores de desempenho para que estejam aptos
a tomar decisões mais rápidas e informadas.
No artigo, o autor refere que, enquanto há alguns anos 10%
das pessoas empregadas eram analistas de dados, agora todas as pessoas
empregadas são analistas 10% do seu tempo.
What is your corporate culture?
Debra Woog McGinty, Nicole C. Moss, Inc.com, 9 Abril 2003
http://www.inc.com/articles/leadership_strat/leading_company/culture/23312.html
A cultura organizacional é determinante
no destino de um programa de gestão de conhecimento e de
muitos outros programas e projectos de uma organização.
McGinty e Moss apresentam um pequeno questionário que permite
avaliar a cultura da sua organização. Tem 15 questões
de resposta verdadeiro/falso. Com base nas respostas, as autoras
classificam a cultura da organização como tradicional,
estável, ou urgente. Para cada uma delas são listadas
algumas vantagens e possíveis problemas.
Sharing the wealth of knowledge
Rafe Needleman, Business 2.0, 10 Mar 2003
http://www.business2.com/articles/web/0,1653,47805,00.html
Needleman fala resumidamente sobre três
ferramentas de software que ajudam a estreitar a distância
entre quem sabe e quem precisa de saber. As três ferramentas
são a OpenCola, a Kubi Software e a ActiveNet, esta última
da Tacit. O artigo não fala das ferramentas em detalhe mas,
pelo menos, permite ficar com uma ideia das principais funcionalidades
e dos conceitos por detrás deste tipo de ferramentas.
Semantic applications, or Revenge of the librarians
David Moschella, Darwin Magazine, Mar 2003
http://www.darwinmag.com/read/030103/semantic.html
Moschella fala da necessidade de estandardizar
a terminologia de forma a que dois computadores possam "falar"
e se possam "entender". Isto leva o autor a falar de semântica,
metadata, taxonomia, ontologia, e objectos. O autor fala ainda do
aparecimento de estandards de informação e das implicações
que tal pode ter na indústria das TIs.
Broad-based
approach is best
Frances Mayo, e.learning age, p36-41, Fev 2003
Este artigo apresenta os resultados de
um estudo que se debruçou sobre as preferências europeias
no que diz respeito à aprendizagem.
In Pharma, KM navigates the "perfect storm"
Martin Sumner Smith, destinationKM, 3 Feb 2003
http://www.destinationkm.com/articles/default.asp?ArticleID=1034
Este artigo aponta as principais razões
pelas quais a indústria farmacêutica necessita, imperativamente,
de soluções de gestão de conhecimento: regulamentação,
volume de informação, formato da informação,
e valor económico e estratégico do conhecimento criado.
Sumner Smith também lista as principais funcionalidades desejáveis
numa solução de gestão de conhecimento para
a indústria farmacêutica, os principais desafios na
implementação de uma destas soluções,
e sugestões para o que pode ser
feito.
É um texto interessante mas que me parece não se aplicar
apenas à indústria farmacêutica. Embora a "doença"
possa ser diferente, o "sintoma" e a "cura"
parecem-me muito semelhantes aos observados e sugeridos noutras
indústrias.
KM:
an unnatural act?
Karen Winton, CFO Asia, 29/Jan/2003
Este artigo relata algumas actividades
de gestão de conhecimento, fáceis de implementar,
levadas a cabo em algumas conhecidas empresas internacionais.
  
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